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Dia dos Namorados, Pesquisa mostra o comportamento do e-consumidor

15 de junho de 2018
Osni
por

Osni Feiges

Nos últimos anos, o Dia dos Namorados tem se mostrado uma das datas comemorativas mais importantes do e-commerce nacional. De olho nesse avanço, a Social Miner divulgou um relatório completo sobre o comportamento do consumidor e das vendas no período.

Os dados compilados pelo estudo apontam que a categoria Eletrônicos lidera o ranking com maior ticket médio obtido na data, totalizando R$ 2.041, seguido por Eletrodomésticos (R$ 1.876,40), Hotéis e Viagens (R$ 1.318,29) e Multivarejo (R$ 621,82). No geral, o ticket médio durante o período analisado foi de R$ 235,17. As categorias de Beleza e Saúde, Moda e Informática, tiveram a maior participação em vendas.

Veja outros insights do estudo:

– Apenas 8% das pessoas que compraram algo no período do Dia dos Namorados já eram clientes das lojas;

– Os meios de pagamento mais utilizados pelos consumidores no período foram o cartão e o boleto. O cartão representou 64,9% das operações de venda;

– 26% do tráfego em direção aos sites de e-commerce partiram das campanhas de Google Adwords, seguido por Google Orgânico (24%), Tráfego Direto (12%) e E-mail Marketing (11%);

– Em relação à média do ano passado, os homens aumentaram sua participação nas vendas em 6,3 pontos percentuais, passando de 35,1% para 41,4%.

O relatório, completo, pode ser baixado pelo endereço https://conteudo.socialminer.com/relatorio-dia-dos-namorados-2018

Para o estudo, foi considerado o comportamento de 25 milhões de pessoas cadastradas na base da Social Miner, 27.235 transações registradas pela Vindi e os registros de mais de 1.200 sites cadastrados na base da Neoatlas no período compreendido entre 22 de maio e 12 de junho de 2018.

Fonte: E-Commerce News 

Correios devem levar 15 dias para normalizar entregas

5 de junho de 2018
Osni
por

Osni Feiges

Os Correios informaram que, em consequência da greve dos caminhoneiros, deixaram de entregar cerca de 85 milhões de objetos postais, entre encomendas e mensagens.

Sábado passado (2), foram realizados mutirões nas unidades que receberem carga para distribuição. A estimativa é de que em cerca de 15 dias as entregas estejam normalizadas.

Segundo a estatal, o acúmulo ocorreu pois os veículos da empresa não conseguiram chegar ao seu destino por causa de bloqueios nas estradas ou devido à falta de combustível. Em dias normais, os Correios entregam aproximadamente 25 milhões de objetos diariamente.

Os serviços com dia e hora marcados (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) permanecem temporariamente suspensos. Os demais serviços de encomendas, como o Sedex convencional e o PAC, foram mantidos e tiveram apenas o prazo de entrega ampliado.

“Com o término do movimento grevista, os Correios trabalham para regularizar as operações e normalizar todos os serviços”, afirmou a empresa em nota.

Fonte: e-commercebrasil

Reajuste de tarifas pelos Correios deve pesar no bolso dos consumidores

6 de março de 2018
Foto Bruno
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Bruno Porto

O reajuste das tarifas cobradas pelos Correios começa a valer hoje e infla o preço do envio de cartas e encomendas em 8%, em média, entre as capitais, segundo a estatal. E vai pesar no bolso do consumidor. Segundo empresários do e-commerce, que lançaram a campanha #FreteAbusivoNão, encabeçada pelo site de compras Mercado Livre, os aumentos superam a inflação e serão inevitavelmente repassados aos clientes. Caso do envio de um objeto com até 500 gramas da mineira Nova Serrana para a capital de Pernambuco: o reajuste pode chegar a 50,89%.

A medida também gerou uma batalha judicial. O próprio Mercado Livre conseguiu, na Justiça Federal, uma liminar para suspender a cobrança dos novos valores para produtos vendidos pelo site. A decisão, no entanto, continua valendo para o resto do setor do e-commerce.

De acordo com os Correios, o aumento é feito “anualmente com base na recomposição de custos” e se alinha à “política comercial da empresa”.
O reajuste para o envio de encomendas ultrapassa a inflação do ano passado, de 3%, em até oito vezes. É o caso do PAC, para até 30kg, cujo preço terá um aumento médio de 25%. Já o Sedex fica cerca de 11% mais caro.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que considera abusivo qualquer tipo de reajuste acima da inflação, o setor fechou 2017 com um total de pedidos de 203 milhões de objetos, 12% a mais que no ano anterior, tendo movimentado cerca de R$ 59,9 bilhões. Só em Minas Gerais, de acordo com a entidade, apenas o e-commerce girou R$ 4,8 bilhões.

Fonte: HED

78% dos brasileiros preferem comprar via aplicativo

25 de fevereiro de 2018
Foto Bruno
por

Bruno Porto

Comprar pelo smartphone já parece ser uma preferência nacional, segundo estudo da Worldpay, realizado em parceria com a Opinium Research.

De acordo com o relatório global “Mobile Payment Journey” divulgado nesta segunda-feira (05/03), 78% dos brasileiros entrevistados preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis. O número é acima da média global, de 71%.

A pesquisa entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos três meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, 1.510 consumidores foram ouvidos. Segundo a Worldpay, as conclusões do relatório visam ajudar empresas e lojistas a pensarem em estratégias para atrair e reter clientes em suas plataformas.

Experiência 

Para Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina, o estudo confirma que os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes, ao mesmo tempo em que o mercado está mais maduro e seguro para oferecer opções de pagamento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendidas.”

Os consumidores têm buscado um serviço mais exclusivo e personalizado em seu celular. Segundo a pesquisa, 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência na plataforma for melhor. O resultado mostrou 12 pontos percentuais acima da média global (41%).

E por experiência melhor, o estudo destaca um tripé essencial no mobile commerce: segurança, simplicidade e velocidade. Tais características já são esperadas pelo consumidor que se dá ao trabalho de baixar um aplicativo para comprar qualquer coisa. Ou seja, aplicativos que pecarem nessas questões frustrarão o usuário, que não terá muito motivo para mantê-lo no celular.

“As chances de sucesso de um aplicativo aumenta quando o usuário consegue resolver tudo o que ele precisa ali mesmo”, resume D’Antiochia, dando como exemplos os aplicativos de reserva de hotel. Caso o usuário precise sair da aplicação para checar informações que ali faltam ou estão prejudicadas – imagens ruins, informações de localização, etc – é provável que o consumidor desista de fazer a compra por ali e siga em frente.

Entrevistados também disseram preferir comprar via aplicativo ao invés de navegadores, pois acreditam que nessa versão as compras são mais ágeis.

Confiança

Segurança é uma grande preocupação e uma das principais razões para o abandono de compra nos aplicativos móveis. Uma vez que brasileiros são conhecidos como early adopters, o varejo pode se beneficiar ao adotar novas tecnologias para assegurar a compra. Essa tendência é reforçada pela pesquisa, que indica que 63% dos brasileiros se sentem confortáveis em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido.

No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada – 76% dos respondentes afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confiam, número superior aos dados globais (71%).

“O comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verá menos desistências nas compras, mais downloads do aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”, conclui D’Antiochia.

Fonte: IDG Now

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