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Reajuste de tarifas pelos Correios deve pesar no bolso dos consumidores

6 de março de 2018
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Bruno Porto

O reajuste das tarifas cobradas pelos Correios começa a valer hoje e infla o preço do envio de cartas e encomendas em 8%, em média, entre as capitais, segundo a estatal. E vai pesar no bolso do consumidor. Segundo empresários do e-commerce, que lançaram a campanha #FreteAbusivoNão, encabeçada pelo site de compras Mercado Livre, os aumentos superam a inflação e serão inevitavelmente repassados aos clientes. Caso do envio de um objeto com até 500 gramas da mineira Nova Serrana para a capital de Pernambuco: o reajuste pode chegar a 50,89%.

A medida também gerou uma batalha judicial. O próprio Mercado Livre conseguiu, na Justiça Federal, uma liminar para suspender a cobrança dos novos valores para produtos vendidos pelo site. A decisão, no entanto, continua valendo para o resto do setor do e-commerce.

De acordo com os Correios, o aumento é feito “anualmente com base na recomposição de custos” e se alinha à “política comercial da empresa”.
O reajuste para o envio de encomendas ultrapassa a inflação do ano passado, de 3%, em até oito vezes. É o caso do PAC, para até 30kg, cujo preço terá um aumento médio de 25%. Já o Sedex fica cerca de 11% mais caro.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que considera abusivo qualquer tipo de reajuste acima da inflação, o setor fechou 2017 com um total de pedidos de 203 milhões de objetos, 12% a mais que no ano anterior, tendo movimentado cerca de R$ 59,9 bilhões. Só em Minas Gerais, de acordo com a entidade, apenas o e-commerce girou R$ 4,8 bilhões.

Fonte: HED

78% dos brasileiros preferem comprar via aplicativo

25 de fevereiro de 2018
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Bruno Porto

Comprar pelo smartphone já parece ser uma preferência nacional, segundo estudo da Worldpay, realizado em parceria com a Opinium Research.

De acordo com o relatório global “Mobile Payment Journey” divulgado nesta segunda-feira (05/03), 78% dos brasileiros entrevistados preferem comprar por meio de um aplicativo, ao invés dos navegadores para dispositivos móveis. O número é acima da média global, de 71%.

A pesquisa entrevistou 16 mil consumidores que compraram produtos no celular nos últimos três meses na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Índia, Japão, Coréia do Sul, EUA e Reino Unido. No Brasil, 1.510 consumidores foram ouvidos. Segundo a Worldpay, as conclusões do relatório visam ajudar empresas e lojistas a pensarem em estratégias para atrair e reter clientes em suas plataformas.

Experiência 

Para Juan D’Antiochia, General Manager da Worldpay para a América Latina, o estudo confirma que os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes, ao mesmo tempo em que o mercado está mais maduro e seguro para oferecer opções de pagamento. “O brasileiro está gastando mais no comércio eletrônico. Isso é motivo de comemoração dos varejistas, mas ainda há demandas por parte dos consumidores que precisam ser atendidas.”

Os consumidores têm buscado um serviço mais exclusivo e personalizado em seu celular. Segundo a pesquisa, 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência na plataforma for melhor. O resultado mostrou 12 pontos percentuais acima da média global (41%).

E por experiência melhor, o estudo destaca um tripé essencial no mobile commerce: segurança, simplicidade e velocidade. Tais características já são esperadas pelo consumidor que se dá ao trabalho de baixar um aplicativo para comprar qualquer coisa. Ou seja, aplicativos que pecarem nessas questões frustrarão o usuário, que não terá muito motivo para mantê-lo no celular.

“As chances de sucesso de um aplicativo aumenta quando o usuário consegue resolver tudo o que ele precisa ali mesmo”, resume D’Antiochia, dando como exemplos os aplicativos de reserva de hotel. Caso o usuário precise sair da aplicação para checar informações que ali faltam ou estão prejudicadas – imagens ruins, informações de localização, etc – é provável que o consumidor desista de fazer a compra por ali e siga em frente.

Entrevistados também disseram preferir comprar via aplicativo ao invés de navegadores, pois acreditam que nessa versão as compras são mais ágeis.

Confiança

Segurança é uma grande preocupação e uma das principais razões para o abandono de compra nos aplicativos móveis. Uma vez que brasileiros são conhecidos como early adopters, o varejo pode se beneficiar ao adotar novas tecnologias para assegurar a compra. Essa tendência é reforçada pela pesquisa, que indica que 63% dos brasileiros se sentem confortáveis em fornecer dados biométricos, como impressões digitais ou o reconhecimento facial, se além de adicionar uma camada a mais de segurança, tornasse o processo de pagamento mais rápido.

No entanto, a confiança do consumidor brasileiro ainda precisa ser conquistada – 76% dos respondentes afirmam que somente fazem download do aplicativo de marcas ou empresas que realmente confiam, número superior aos dados globais (71%).

“O comerciante que entregar a melhor experiência terá muito a ganhar já que os consumidores estão comprando produtos de maior valor via aplicativos. Com o avanço de novas tecnologias haverá espaço para assistentes virtuais e serviços conectados o que irá facilitar ainda mais a vida do consumidor. As marcas que oferecerem a melhor experiência de pagamento móvel, de forma rápida e segura, verá menos desistências nas compras, mais downloads do aplicativos e, consequentemente, um maior volume de vendas dos seus produtos e serviços”, conclui D’Antiochia.

Fonte: IDG Now

Black Friday 2017

8 de novembro de 2017
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Black Friday é considerada, atualmente, a principal data para o varejo eletrônico, à frente até do Natal. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estimativa de faturamento neste ano é de R$ 2,506 bilhões – um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 10 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 246. As categorias mais buscadas devem ser “Informática”, “Celulares”, “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Casa e Decoração”. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. O período demanda promoções e condições especiais, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O aumento de 18% nas vendas nesse período é maior do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é o número de promoções oferecidas ao consumidor, em conjunto com o recebimento da primeira parcela do 13º salário, o que injeta uma boa quantia no cenário econômico.

“O e-commerce tem muito o que comemorar, as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. A segurança do usuário tende a aumentar conforme datas representativas são bem-sucedidas e oferecem boas condições”, finaliza ele.

Fonte: Montes Claros

Os dois tipos de lojas que devem sobreviver à revolução do varejo

30 de outubro de 2017
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Bruno Porto

varejo nunca mais será o mesmo.

A ascensão do comércio eletrônico é inevitável, mas dois tipos de lojas físicas ainda têm futuro, diz Matt Fassler, líder da unidade de consumo americano do Goldman Sachs, em um podcast recente do banco.

Por outro, há os showrooms que exibem produtos de forma atrativa em localidades centrais e dependem totalmente dos consumidores casuais que passam pela área.

O conselho de Matt é escolher um ou outro, já que os modelos com ambos serão difíceis de monetizar.

No momento, muitas empresas estão tentando ser tão eficientes quanto a Amazon na distribuição, mas usam como base lojas normais localizadas em áreas com o metro quadrado muito caro.

Mas a Amazon, ao levantar tanto dinheiro e tolerar tantas perdas no começo da sua operação, ganhou uma vantagem competitiva que funciona na prática hoje como uma barreira à competição, diz ele.

Além disso, o comércio eletrônico conta com vantagens intrínsecas: a loja online sabe de antemão seu nome, seu histórico de compras, o que você clicou e em qual ordem, o que está fora do alcance de uma loja normal.

Essa desigualdade pode diminuir com a evolução da inteligência artificial e a internet das coisas, com sensores que captem quem está na loja e rastreadores que registrem a resposta facial aos bens. Por dentro do assunto: A urgência da cultura digital para o Varejo segundo a TOTVS Patrocinado 

Em uma loja experimental da Amazon em Seattle, atualmente aberta só para funcionários, você nem precisa passar por um scanner: só de sair da loja, ela já computa o que você comprou.

A “loja do futuro” exigiria funcionários mais capazes de interpretar dados (e que teriam de ser melhor pagos), mas seria mais eficiente em manipular suas vontades e fazer você comprar. A dúvida é até que ponto os varejistas transformarão esse ideal em realidade.

O fechamento de lojas nos Estados Unidos nunca foi tão acelerado e 20% a 25% dos grandes shopping centers do país devem fechar em 5 anos, de acordo com um relatório recente do banco Credit Suisse.

Mas shoppings são mais desafiadores por causa da interdependência entre seus elementos: o fim de uma loja âncora, por exemplo, afunda todo mundo, e um shopping com muitos vazios se torna disfuncional.

Kathy Elsesser, co-diretora de varejo e consumo global da banca de investimentos do Goldman Sachs, nota em outro podcast do banco que “os melhores shoppings continuam a ter uma boa performance, e os que não estão tão bem vão evoluir”.

A tendência é de alugueis em queda e “de-gentrificação”, além de foco no acesso (ao invés da posse) e na experiência como um todo (ao invés do produto isoladamente).

“Investir num negócio em declínio é uma tarefa dura”, diz Matt, “mas os vencedores vão fazer isso porque a melhor forma de manter uma loja física é investindo na loja física”.

Afinal, esse varejo de “tijolo e cimento”, como diz a expressão americana, ainda responde por 85% do valor movimentado.

Mesmo se o comércio eletrônico seguir crescendo 15% por ano nos próximos 5 anos, a parcela das lojas físicas ainda será de 70%.

“O negócio pode estar ficando menor no agregado, mas é certamente grande o suficiente para importar e assim será por um longo período”, diz Matt.

Fonte: Revista Exame

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